O inventário de riscos e o plano de ação da NR-1 saem prontos, datados e numerados por estabelecimento. No dia a dia, o time faz a ronda de segurança do trabalho pelo celular, registra o risco ou o quase acidente com foto, e o sistema notifica o responsável daquele setor pelo WhatsApp, com prazo. Enquanto não é tratado, o setor perde pontos no índice de segurança e continua na relação. O painel calcula TF e TG sozinho, mês a mês, pela NBR 14280 — e compara os setores.
Não é imagem de propaganda: é a mesma tela do sistema, com os mesmos números e os mesmos gráficos. Passe o mouse em qualquer ponto para ver o valor e clique para abrir o detalhe.
Clique numa fatia da coluna para ver o que há por trás daquele mês e daquela classe.
As duas taxas da NBR 14280 nas suas escalas (TF à esquerda, TG à direita). Clique num ponto.
Quanto maior a base, mais cedo a empresa enxerga o problema. Clique num degrau.
Onde priorizar a próxima ronda. Clique numa barra.
Onde a empresa está se machucando. Passe o mouse no boneco ou nas caixas — cada região é clicável.
A régua do inventário de riscos da NR-1. Clique em qualquer célula para ver a pontuação, a faixa e o que a norma exige naquele caso.
Matriz 5×5, William Fine e GUT na mesma régua. Clique numa fatia.
Onde está a prioridade do plano de ação. Clique numa barra.
Diálogo Diário de Segurança, mês a mês, com presença assinada no celular.
Média do checklist das máquinas em operação. Clique numa barra.
Aberta, em andamento, cancelada ou concluída. Clique numa fatia.
De onde vem o trabalho da equipe de segurança. Clique numa coluna.
Mais diálogo, menos ocorrência? É esta leitura que sustenta o investimento em DDS na frente da diretoria. Clique numa coluna ou num ponto.
A janela que mostra tendência de verdade: ela não zera em janeiro. Clique num ponto.
Os 11 indicadores e os 14 gráficos acima são a tela real do módulo, com os dados da base de demonstração — e fecham entre si: 19 ocorrências, 40 riscos avaliados, 30 ações no plano e 82 DDS aparecem com o mesmo total em todos eles.
Cada número da tela acima nasce de um destes sete módulos, no dia a dia de quem está no chão de fábrica. Ninguém consolida planilha no fim do mês.
Perigos e riscos por atividade, probabilidade × severidade (5×5), medidas de controle pela hierarquia da NR-1 1.4.1 g).
Registro de acidentes, incidentes e quase acidentes, investigação, CAT, mapa do corpo e Pirâmide de Bird.
Quadro mensal com HHT, taxa de frequência e taxa de gravidade, puxado do controle de acidentes.
Diálogo Diário de Segurança: agenda, lista de presença assinada no celular, metas por mês e por setor, aderência.
Inventário de máquinas e equipamentos, checklist NR-12, apreciação de risco e inspeções periódicas com QR Code.
Análise de Risco e Permissão para Trabalho: passos, perigos, medidas, EPI, executantes, aprovação, liberação e encerramento.
Procedimentos e ordens de serviço de SST com revisão, aprovação e ciência assinada pelos trabalhadores.
Quatro movimentos. Os três primeiros acontecem na mesma manhã; o quarto é o que a diretoria abre no fim do mês.
O time monta o inventário de riscos por atividade e faz a ronda de segurança do trabalho pelo celular, registrando risco, quase acidente ou desvio de EPI com foto e a classificação (GUT ou William Fine, conforme o setor pede).
O sistema avisa por WhatsApp o responsável de cada setor com o risco encontrado no setor dele — a foto, o prazo e o link para tratar.
O prazo do plano de ação corre no nome do responsável e o sistema cobra a resolução. Enquanto não resolve, o setor perde pontos no índice de segurança e segue na relação de pendências.
Resolvido o risco, o setor recupera os pontos. O painel calcula TF e TG sozinho, mês a mês, e classifica os setores por índice de segurança.
O número abaixo não é hipótese: é o que a fiscalização já cobra e o que um único acidente grave já tira do caixa, com ou sem sistema.
Um acidente grave custa o mesmo que 30 anos de assinatura do sistema — e o PGR desatualizado já custa antes de qualquer acidente acontecer.
Dois setores concentram dois terços do risco aberto.
Ninguém sabe qual é a versão vigente até a fiscalização perguntar — e "atualizado há dois anos" já é motivo de multa.
Fica na ata da reunião de CIPA. Sem responsável e data, a ação nunca fecha e o risco continua aberto.
Quando o número sai pela planilha, o mês já acabou — não dá para agir sobre o que já passou.
Sem histórico comparável, cada auditoria começa do zero e a diretoria não enxerga tendência.
As mesmas dúvidas que chegam no WhatsApp comercial, respondidas aqui em uma frase — e depois com o detalhe. Conteúdo informativo geral; não substitui orientação jurídica sobre o caso concreto da sua empresa.
É o Programa de Gerenciamento de Riscos exigido pela NR-1: um documento com, no mínimo, o inventário de riscos ocupacionais e o plano de ação, datado e assinado sob responsabilidade da organização, elaborado por estabelecimento. No QualitControl esse documento sai pronto para imprimir, com histórico das atualizações.
É o processo contínuo por trás do PGR: identificar perigo, avaliar risco, definir medida de controle e acompanhar se ela funcionou. O PGR é o documento que registra esse processo; o GRO é o processo em si, que não para depois de assinado.
Em regra, sim — toda empresa com empregados regidos pela CLT precisa ter PGR, com poucas exceções previstas na própria NR-1 (como o MEI sem empregados). O grau de risco da atividade (NR-4) e o número de trabalhadores mudam a profundidade exigida do documento, não a obrigatoriedade em si.
Os valores variam por porte da empresa e sobem com a gravidade: a ausência total de PGR vai de cerca de R$ 632 numa microempresa a mais de R$ 6.300 numa empresa grande; um PGR desatualizado sem os riscos psicossociais chega a mais de R$ 12.600 numa empresa grande. Reincidência em 12 meses dobra o valor, e risco grave e iminente pode somar até mais 100%.
Sim — a atualização da NR-1 (Portarias MTE 1.419/2024 e 765/2025) passou a exigir a avaliação dos riscos psicossociais dentro do inventário, com prazo de adequação. Um PGR que ainda não contempla esse ponto é tratado como desatualizado pela fiscalização.
A revisão é bienal (a cada dois anos), mas some antes disso sempre que houver mudança relevante no processo, acidente grave ou quase acidente que indique falha na avaliação de risco. O sistema controla essa data por estabelecimento e avisa antes de vencer.
TF (Taxa de Frequência) mede quantos acidentes com afastamento acontecem por milhão de horas trabalhadas; TG (Taxa de Gravidade) pesa os dias perdidos e debitados no mesmo cálculo, conforme a NBR 14280. Servem para comparar meses e unidades na mesma régua, em vez de olhar só a contagem bruta de acidentes.
Cada risco identificado na ronda de segurança ou no inventário entra direto no PGR; cada ação do plano fechada atualiza o documento na hora. Quando chega perto da revisão bienal, o responsável é avisado antes do vencimento, não depois.
Sim. É um dos roteiros prontos do módulo de Inspeção de Rotina do QualitControl — continua no celular mesmo sem sinal (comum em subestação, casa de máquinas e área externa) e sincroniza sozinha quando a rede volta.
Ele recebe uma mensagem no WhatsApp com apenas os riscos do setor dele, a foto e o prazo, mais um link para tratar. Enquanto o risco não é resolvido, o setor perde pontos no índice de segurança e continua na relação de pendências.
Setores, normas, controles e indicadores que entram nos roteiros e no documento. Abra o grupo e confira se o seu assunto está aqui.
211 temas cobertos pelos roteiros e pelo documento do PGR. Não achou o seu? Pergunte no WhatsApp — roteiro novo se cria em minutos.
A partir do que você já tem (planilha, laudo, PGR antigo) ou do zero, com a biblioteca de perigos por atividade.
Partimos da biblioteca pronta — Ronda de Segurança do Trabalho — e adaptamos setor por setor.
Sem treinamento formal: o roteiro no celular conduz item por item. O PGR já nasce com o primeiro registro.
Nós montamos o inventário inicial e ajustamos o roteiro ao seu chão de fábrica; o time faz a primeira ronda na mesma semana, sem treinamento formal. O PGR já nasce datado, numerado e pronto para a fiscalização perguntar.